O projeto é dotado de um pavilhão de exposições arredondado, suspenso sobre um espelho d'água que representa a separação física entre os dois países pelo oceano. Os acessos são laterais, por meio de duas rampas curvas que representam Minas Gerais e Japão. Do lado de fora há duas praças com painéis de fotos sobre a história da presença japonesa no estado mineiro.
No centro das duas rampas encontra-se o pavilhão de arte contemporânea, pintado com tinta automotiva vermelha em alusão à cor presente na bandeira nipônica e mineira. A escolha do vermelho para o interior também simboliza, na cultura oriental, ritos de passagem como nascimento, casamento e morte. Apenas duas aberturas laterais do pavilhão central, nas portas de entrada e saída, levam luz natural ao ambiente. O espaço foi concebido artisticamente por Paulo Pederneiras, do Grupo Corpo.
O aço foi o principal elemento construtivo do memorial. O projeto consumiu mais de 350 toneladas do material em seus 16 metros de diâmetro, onde foram soldadas e instaladas chapas de aço de 3 mm de espessura, com 3,5 m de altura e 1,2 m de largura, arredondadas nos dois sentidos.
O Memorial da Imigração Japonesa de Belo Horizonte foi erguido com investimentos de R$ 8 milhões. Durante a cerimônia de inauguração, será assinado convênio de cooperação entre a Associação Mineira de Cultura Nipo-Brasileira e a Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte para a manutenção do local.
Fonte: Piniweb



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